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Sob a administração do prefeito Paulo Eduardo de Barros, o Dr. Paulinho (PV), a saúde pública de Mogi Guaçu é cada vez mais referência regional. E não é por menos.
Com a inauguração do AME (Ambulatório Médico de Especialidades), que teve a participação do prefeito guaçuano, na última sexta-feira, 26, o setor ganhou um novo incremento que definitivamente coloca o município dentre aqueles que abrangem um sistema que permite ter o aporte de um centro de excelência em pesquisa, como a Unicamp – que é quem na prática vai gerir o AME com suas 24 especialidades. Atualmente já disponibiliza 14.
Mas não é só o AME quem propicia o chamado salto de qualidade na Saúde de Mogi Guaçu.
O Unacom (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia), por exemplo, é outra conquista da gestão Dr. Paulinho recentemente inaugurada.
A unidade, que recebe elogios de pacientes com câncer e de seus familiares, realiza cirurgias que só estariam disponibilizadas em cidades como Campinas, São Paulo e em outros centros como Ribeirão Preto, Barretos e até Jaú.
Os avanços do setor são palpáveis e indicam que está em andamento um projeto que visa implodir uma das características mais empedernidas em Saúde: o assistencialismo com sua pior companheira, a politicalha feita com o dinheiro público.
Faz sentido, pois dados que a reportagem teve acesso indicam que somente em 2009 a administração Paulinho teria conseguido economizar cerca de R$ 1 milhão em transportes considerados supérfluos de supostos doentes para unidades em saúde referenciais de outras cidades.
As viagens, contudo, teriam outro cunho, mais perverso, além da caridade ôca com o chapéu alheio.
Apadrinhadas por agentes políticos, supostamente vereadores, as viagens eram nada menos que uma forma a mais, porém da pior espécie, de se manter um político em campanha permanente. Era, portanto, um convite ao despudor patrocinado com o dinheiro da população e acobertado pela leniência das administrações municipais. Enfim, uma aberração cujo mal teria sido cortado pela raiz. E o dinheiro usado em obras realmente necessárias.
RACIONALIZAÇÃO
Segundo o prefeito Paulo Eduardo de Barros, o dinheiro economizado e oriundo da racionalização dos recursos, foi possível financiar a reforma do Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos” e a ativação da UTI do mesmo HM, esta última com 5 leitos e equipamentos de última geração para o atendimento intensivo .
Por causa da austeridade e do choque de gestão implementados, o setor de saúde enfim ganhou a chancela da prioridade.
Hoje, a Saúde investe muito mais do que o limite mínimo constitucional de 17%. Conforme o secretário municipal, Aldomir Areghi, atinge percentuais próximos dos 30%, que possibilitam que novos serviços sejam implantados para suprir a demanda com qualidade.
Como, por exemplo, a instalação do CEO (Centro de Especialidades Odontológicas), na Vila São Carlos, cujo projeto foi desenvolvido em parceria com o Governo do presidente Lula.
“A unidade foi totalmente reformada e agora estende à população tratamento odontológico melhor estruturado em nossa cidade”, esclareceu o secretário.
A construção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) também veio na esteira do modelo quieto e eficiente de Arenghi, coaduno no HM por Eli Paulo Colombo Filho e Luciano Firmino, o Luciano da Saúde.
“Nada é por acaso, pois não fiquei no gabinete esperando que caisse alguma coisa do céu. Fui aos governos estadual e federal conversar e pedir benefícios. Estamos conseguindo”, afirmou Dr. Paulinho no dia da inauguração do AME.
O descerramento da placa alusiva à inauguração do AME teve a participação de secretário de Estado da Saúde, Nilson Ferraz Paschoa; do diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, Mário Saad; da responsável pela implantação dos AMEs no Estado, Cida Teruko; do patrono da unidade, Benedito Darcádia, além do prefeito de Mogi Mirim, Carlos Nelson Bueno, de secretários municipais e autoridades da região.
PPA
Licitação deverá garantir ainda este ano a reforma do Posto de Pronto Atendimento (PPA), localizado no Jardim Novo 2. Foi o que garantiu o superintendente do Hospital Municipal Tabajara Ramos (HMTR), Eli Paulo Colombo Filho.
A idéia é começar as obras em setembro para que estejam concluídas em dezembro, informou Dr. Eli, como é mais conhecido o superintendente do HM, que administra o PPA.
O médico reconheceu que outras licitações aconteceram para a realização da obra, mas não foram efetivadas. Segundo Eli, havia empresas que queriam preços acima da média proposto pelos processos licitatórios, “o que eu não permitiria nunca”, observou. “Não teria cabimento”, exclamou.
Estão previstas diversas melhorias no prédio do PPA, que possui uma excelente estrutura física mas que necessitaria de adequações.
“O projeto vai contemplar novos banheiros, área para guardas civis municipais, além de reformas em salas de atendimentos. O objetivo é um só: garantir mais conforto e qualidade para quem busca os serviços do PPA”, disse.
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