Segurança
CORREIO DO POVO - investigador é morto a tiro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bira Mariano   
Qua, 28 de Julho de 2010 13:49


Supostos integrantes de uma quadrilha de falsificação de documentos de veículos são suspeitos de matar a tiro o investigador Edmar Luís Barbosa Melo, que trabalhava na Ciretran havia mais de 10 anos. O homicídio aconteceu na manhã desta quarta-feira, 28, quando Melo estaria trabalhando.

De acordo com testemunhas, os autores do crime seriam três rapazes entre 19 e 21 anos. Eles teriam entrado na sede da Ciretran, localizada na rua Paula Bueno, centro de Mogi Guaçu, e forçado Edmar a entregar os documentos em branco - cuja remessa havia chegado ao Guaçu no dia anterior, conforme apurou o Correio do Povo.

Leia mais sobre este assunto na edição deste sábado, 31.

Última atualização em Qua, 04 de Agosto de 2010 15:30
 
Guardas municipais terão porte de arma PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Ter, 27 de Julho de 2010 10:34


A Secretaria Municipal de Segurança de Mogi Guaçu cumpriu a última etapa do convênio firmado com a Polícia Federal para viabilizar a concessão de porte de arma de fogo para os Guardas Civis Municipais.

O secretário municipal de Segurança, Marcos Luis Tuckumantel, acompanhado do diretor Antonio Rabelo Filho, responsável pelo convênio em Mogi Guaçu, e do Corregedor Auxiliar da GCM, o Inspetor Roque Santana estiveram na última quinta-feira (22), na Superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, para entregar os últimos documentos exigidos pela Polícia Federal.

A Secretaria de Segurança já cumpriu todas as etapas do convênio. Entre as exigências estão à criação da Corregedoria própria, comprovação da existência de Ouvidoria Municipal, elaboração de planos e metas e curso de capacitação de profissionais da Guarda Municipal com estágio de 80 horas, sendo 70% de aulas práticas de tiro 70% e 30% de aulas teóricas. As aulas foram ministradas por instrutor credenciado pela Polícia Federal.

De acordo com o secretário de Segurança, esse trabalho tem como objetivo a adequação da GCM ao Estatuto do Desarmamento.

“O convênio só foi possível porque a atual Administração investiu aproximadamente R$ 50mil em cursos de capacitação para os guardas civis municipais, fez a aquisição de munição para a realização de treinamento de tiro e também criação da Ouvidoria e da Corregedoria Independente da Guarda Civil Municipal”, ressaltou.

A previsão é que o porte de arma comece a ser emitido pela Secretaria Municipal de Segurança em meados de agosto.


com informações da assessoria de imprensa da prefeitura de Mogi Guaçu

Última atualização em Ter, 27 de Julho de 2010 10:47
 
Suposto dono da Famoesp é preso suspeito de fraudar concursos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bira Mariano   
Qua, 16 de Junho de 2010 21:47


O suposto dono da Famoesp (Faculdade Mogiana do Estado de São Paulo), Antonio di Luca, foi preso pela Polícia Federal suspeito de fazer parte de uma quadrilha que fraudava concursos públicos e de intermediar a venda de diplomas ou certificados de cursos de graduação de várias instituições universitárias do país.

A quandrilha, segundo a Polícia Federal, agia em pelo menos 3 estados, com ramificações nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília (DF), São Paulo (capital), Campinas e Mogi Guaçu.

Além do empresário, foi também presa a professora Mirtes Ferreira dos Santos, que lecionou, segundo informações obtidas pela reportagem, na rede municipal de ensino e em colégios particulares guaçuanos.

A quadrilha, conforme a PF, vinha agindo há cerca de 16 anos. Teria tentado fraudar concursos públicos cobiçados como os de fiscal da Receita Federal, agente da PF e dos exames da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

Cerca de 12 mandatos de prisão foram expedidos, conforme informou o Departamento de Comunicação da PF. Também foram expedidos 34 mandados de busca e apreensão.

Em Mogi Guaçu, no suposto apartamento pertencente ao suspeito, agentes federais encontraram aproximadamente US$ 35 mil; outros R$ 5 mil em notas de R$ 50 e inúmeros gabaritos de concursos. Juntamente com material, também foi apreendido o CPU de um computador pessoal.

Segundo a PF, a quadrilha teria vendido gabaritos de provas de processos seletivos por até R$ 50 mil. Não foi informado se houve favorecimentos a guaçuanos nos recentes certames da Receita Federal e da própria PF.

Mas de acordo com apurações feitas pela reportagem, há suspeita de que a professora envolvida no caso tenha parentes trabalhando na agência da Receita em Mogi Guaçu .

O próprio empresário preso pela PF seria um fiscal aposentado ou licenciado do órgão, o que também não foi confirmado - por enquanto. No entanto, o suposto dono da faculdade teria um filho agente da Polícia Federal, cujo nome não foi mencionado pelos agentes da Operação Tormenta.


A FACULDADE


A Famoesp foi aberta há cerca de dois anos em Mogi Guaçu. Atualmente, oferece o curso de Educação Física em nível de graduação. Além deste, oferece ainda curso de Ergonomia, Qualidade de Vida e Saúde do Trabalhador na área de pós-graduação.

A instituição pleiteava junto ao MEC (Ministério da Educação) a licença para os cursos de medicina, psicologia e direito, sendo que este último, segundo apurou o Correio do Povo, já teria obtido o aval do MEC.

O provável coordenador do curso seria o presidente da subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Mogi Guaçu, Cláudio Henrique Bueno Martini, o Cal Martini, que teria até ido a Brasília obter a liberação da grade curricular.

Contudo, segundo a Polícia Federal, Cal nunca esteve envolvido ou foi considerado suspeito de envolvimento com a quadrilha desmantelada.

Última atualização em Qua, 16 de Junho de 2010 21:58
 
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