Saúde
Licitação acaba com a polêmica dos remédios PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bira Mariano   
Sáb, 21 de Agosto de 2010 23:02


Acabou a polêmica em torno da aquisição de medicamentos pela prefeitura destinados a suprir as demandas da rede básica de saúde do município. Tudo por causa da licitação (do tipo concorrência pública em pregão presencial) encerrada às 19h do último dia 18, na sala da CML (Comissão Municipal de Licitação), que fica no Paço Municipal, sede do Executivo guaçuano.

Com isto, dentro de poucos dias, os cerca de 206 itens (cada um dos produtos) estarão em quantidade suficiente para beneficiar a população de Mogi Guaçu por um período de um ano, conforme consta no edital do processo licitatório, cujo pregão teve a participação de 33 empresas.

Segundo reportagem do jornal Correio do Povo deste 21 de agosto, o valor total da mega licitação está estimado em pouco mais de R$ 7 milhões (mas não significa que a prefeitura vai comprar todo este valor), e vai substituir o inédito contrato de mútuo estabelecido com a carioca Primos Farma, que emprestou medicamentos ao município a partir de uma consignação sem compensação moratória ou financeira, ou seja, sem prejuízos aos cofres públicos, de acordo com explicações do secretário de Negócios Jurídicos, João Batista Campos dos Reis.

Das 33 empresas credenciadas a apresentar as propostas, venceram 25 no total, sendo que uma delas foi a própria Primus, o que, segundo Reis, ratificaria a idoneidade do certame “haja vista que a prefeitura não teve ônus algum com o contrato de mútuo”, advertiu novamente. (leia matéria nesta página)

A homologação do resultado da licitação recém concluída deve acontecer o mais rápido possível. A previsão é a de que até o final da próxima semana a secretaria de Saúde conclua a vistoria técnica da documentação das empresas vencedoras.

O presidente da Comissão Municipal de Licitação, Walter Martini Franco, a Saúde explicou que serão analisados quatro pontos especificamente: o certificado de registro no Ministério da Saúde; o certificado de boas práticas de fabricação; a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a comprovação de licença municipal. A análise técnica será feita por um farmacêutico do município.

Antes disto acontecer, entretanto, as empresas vencedoras terão um prazo de até 72 horas para enviar os documentos necessários para a formatação da ata de conclusão da concorrência pública. “Se não estiver tudo corretamente como manda o edital, a empresa é descredenciada automaticamente, cedendo lugar à segunda colocada”, explicou Walter Martini.

SEM OPOSIÇÃO

Mais uma vez, o pregão na CML não contou com as presenças dos dois vereadores de oposição mais ferrenha à administração Paulo Eduardo de Barros, o Dr. Paulinho (PV), no caso em questão, Salvador Franceli Neto (PSL), e Ivens Chiarelli, do PMDB.

Ambos alegaram motivações pessoais para não comparecer à definição das empresas fornecedoras dos medicamentos à prefeitura. Contudo, não deixaram de alfinetar comentando que o processo não conteria erros justamente para não causar mais polêmicas.

Contudo, na opinião do líder do prefeito no Legislativo, o presidente eleito da Câmara, o vereador Celso Luiz, o certame foi correto e justo. O parlamentar ainda engrossou o coro de do secretário João Reis ao comentar que a não presença dos oposicionistas atestaria a lisura do processo licitatório.

“É o que decorre desta atitude, mesmo porque a oposição não poderia dar um tiro no pé e ir contra a população, que é quem mais precisa dos remédios”, finalizou.

Última atualização em Qua, 25 de Agosto de 2010 08:24
 
CAPS lembra luta antimanicomial PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bira Mariano   
Ter, 18 de Maio de 2010 21:20


O CAPS (Centro Atenção Psicossocial) comemorou o dia Nacional de Luta Antimanicomial nesta terça-feira, 18, com uma passeata que percorreu as ruas da região central da cidade. A passeata partiu do CAPS II e teve concentração na Praça do Recanto.

O intuito da manifestação era de pedir fim aos hospitais manicomiais no Brasil e de alertar a população dos benefícios dos pacientes com transtornos mentais serem acolhidos em redes especializadas.

Além da passeata, uma tenda foi montada na Praça Rui Barbosa para abrigar a exposição de artesanatos, confeccionados pelos pacientes atendidos pelo CAPS.

Durante toda amanhã, folhetos educativos foram distribuídos. Também foram feitas abordagem sobre as ações desenvolvidas pelo CAPS.

Mogi Guaçu possui duas unidades do CAPS, o CAPS AD destinado ao atendimento de pacientes com problema de droga e álcool e o CAPS II destinado a pacientes com problemas mentais.

A coordenadora do CAPS AD, Adriana Roberta de Lima ressaltou a importância do evento. “È importante que as pessoas tenham conhecimento sobre saúde mental para romper preconceito em defesa da inclusão social”, comentou.

O CAPS AD faz cerca de 280 atendimentos por mês, além do atendimento permanente de 35 pacientes. O CAPS II faz cerca de 800 atendimentos e atende 250 pacientes.


com informações da assessoria de imprensa da prefeitura de Mogi Guaçu 

 
Ypê II terá UPA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Seg, 01 de Fevereiro de 2010 12:27

A Secretaria de Saúde de Mogi Guaçu começou a receber os primeiros recursos do Fundo Nacional de Saúde para a construção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) na cidade. Foram liberados liberados R$ 200 mil no último dia 14.

O recurso já está depositado na conta da Secretaria, segundo informou o secretário Aldomir Arenghi. No total, devem ser repassados R$ 2 milhões, que vão possibilitar a construção da UPA de porte 2, explicou Arenghi.

Ainda de acordo com o secretário, outros R$ 175 mil mensais serão repassados para os custeios da unidade, que seguirá modelo do governo federal.

A UPA ficará localizada atrás do Centro Esportivo Alcides Macena Maria, o Pelezão, no Jardim Ypê II, e terá mil m².

 

Verba saúde bucal

Arenghi também informou que o governo federal liberou, na semana passada, R$ 145.900 para o município. O recurso vai ser utilizado na área da saúde bucal. Por isso, o recurso será utilizado para a compra de um aparelho de raio-X panorâmico digital para o CAOE (Centro de Atendimento Odontológico ao Estudante).

 
 

Mudança horário

Desde o dia 30, a Farmácia do Centro de Saúde começa a funcionar aos sábados no período das 8h00 ao meio dia. A mudança aconteceu, segundo a Secretária de Saúde, para melhor atender a população.


Com informações da assessoria de imprensa da prefeitura de Mogi Guaçu

Última atualização em Seg, 01 de Fevereiro de 2010 12:40
 
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