Ofensiva da prefeitura determinou aprovação do projeto da FMPFM PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bira Mariano   
Sáb, 26 de Dezembro de 2009 10:15

A ofensiva do bloco de sustentação política do prefeito Paulinho Barros (PV) foi determinante para a aprovação do projeto de lei do Executivo que readequa os valores da hora-aula da FMPFM (Faculdade Municipal Franco Montoro).

Tudo começou depois de a matéria ser reejeitada, no último dia 14 de dezembro. A partir de então, a administração acendeu o sinal amarelo e, segundo apurou reportagem do jornal Correio do Povo, Dr. Paulinho determinou que todos os esforços fossem feitos para revertar a derrota, já que implicaria em um prejuízo extra nas contas públicas de mais de R$ 2 milhões em 2010.

Intensivas reuniões foram realizadas, capitaneadas principalmente pelo seu líder no Legislativo, o vereador Celso Luiz, do PV(foto ao lado), e por Elias Fernandes de Carvalho (PPS).

Ambos foram decisivos para que uma comissão de professores se reunisse pela primeira vez com o secretário de Educação, Marcos Antonio, com os parlamentares da base aliada. Uma das reuniões aconteceu no campus da Franco Montoro no último dia 17, e foi fundamental para que se esboçasse a reação do Executivo.

O que mais contribuiu para tanto, segundo Celso Luiz, foi o comprometimento dos professores em não deixar os cargos caso o projeto fosse aprovado pela Câmara. "Os docentes também confirmaram que mesmo com a readequação, a hora-aula da FMPFM ainda assim mesmo continuaria atrativa. Ficaria R$ 12 superior à média da região", explicou o vereador do Partido Verde.

Além dos professores, a ofensiva da prefeitura agiu para tentar convencer ao menos um vereador da oposição, e mais uma vez Celso Luiz e Elias Fernandes foram decisivos para coligir o apoio de José Roberto do Cartório (PMDB), devido às dificuldades de reverter o posicionamento de Guilherme da Farmácia (PDT), que se sentiu desconfortável em declinar do voto contrário dado na primeira votação.

Na avaliação de Celso Luiz, a vitória da prefeitura não significa a derrota dos professores ou da faculdade municipal. Segundo o vereador, "simboliza que a FMPFM irá se adequar ao parâmetros orçamentários da prefeitura, e que os docentes terão a certeza de que continuarão ganhando mais do que seus colegas das instituições universitárias regionais".

Leia mais sobre este assunto na edição de Ano Novo do jornal Correio do Povo

 

 

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