Salários da Franco Montoro: PMDB diz que é tudo mentira PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bira Mariano   
Ter, 22 de Dezembro de 2009 14:07

O ex-assessor de comunicação do prefeito Hélio Miachon Bueno (PMDB), Luiz Carlos Ferreira, também ex-presidente do partido no Guaçu, informou que são mentirosas as informações do diretor da Faculdade Municipal Franco Montoro (FMPFM), Estefano Fonseca, sobre os valores referentes aos salários pagos pela instituição universitária aos seus docentes.

Ferreira ficou indignado sobre um suposto salário de mais de R$ 21 mil pago a um professor em dezembro de 2007, que com agregação de incentivos teria recebido mais de R$ 26 mil somente naquele mês. Isso na administração de Hélio.

Para Ferreira, a informação concedida pelo diretor da FMPFM visa desqualificar o ex-prefeito e o PMDB, e pede que seja divulgado o nome do suposto professor que teria sido favorecido com o “salário de marajá”. 

Números

Luiz Carlos Ferreira também quer que sejam mostrados os holerites dos docentes que ganham mais de R$ 12 mil, e disse que o ex-prefeito nunca defendeu salários tão vultosos. “Tampouco o PMDB defende tal coisa”, assegura. “Seríamos os primeiros a ir contra este absurdo”, esclarece o ex-assessor de comunicação.

Segundo ele, na administração de Hélio Miachon os professores da Franco Montoro ganhavam entre R$ 4,5 e R$ 5 mil (docentes doutores e mestres). As aulas-horas valiam R$ 45 para eles, com bonificação de mais R$ 20 hora-aula a título de incentivo. Já os coordenadores ganhavam um pouco menos: R$35 a hora-aula - mais R$ 10 a hora-aula de bônus.

A Câmara vota novamente nesta quarta, 23, a redução dos valores da hora-aula nesta quarta-feira. Ferreira informou que o PMDB orientou os seus dois vereadores (Ivens Chiarelli e José Roberto do Cartório) a votar contra o projeto da prefeitura. “Os professores merecem ganhar bem porque não estão pincelando giz na lousa”, assegura Ferreira

Última atualização em Ter, 22 de Dezembro de 2009 17:03