NotÃcias
| Loja de bebidas sofre 11º assalto por motoqueiros |
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| Escrito por Fernando Parizi |
| Dom, 06 de Dezembro de 2009 11:40 |
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O Empório do Shopp tem duas lojas na cidade. A da Padre Jaime e outra na avenida EmÃlia Marchi Martini. Com a ocorrência de sexta-feira, a primeira já foi assaltada seis vezes, um assalto a mais que os cinco sofridos pela segunda. Retornando da cobertura de outro evento, a reportagem do JornalÃstico passava na Padre Jaime por volta das 23h quando deparou com uma viatura da PolÃcia Militar com as luzes do giroflex piscando em frente da loja. Cerca de vinte minutos antes aconteceu o assalto. Beto Carvalho falava ao telefone. Seus funcionários estavam abalados. O rapaz que foi abordado pelo assaltante armado era o que demonstrava mais nervosismo, pois foi a terceira vez desde que trabalha na loja. Beto concordou prontamente em dar entrevista. Todos os 11 assaltos em suas duas lojas foram praticados por motoqueiros, sempre um na garupa, ambos sempre de capacetes. Dos que assaltaram a loja da Padre Jaime nenhum foi preso até hoje. Dos que atacaram a da EmÃlia Marchi Martini, três foram detidos. A dupla que assaltou o Empório do Shopp da avenida Padre Jaime na noite de sexta-feira levou cheques, dinheiro e mercadorias, principalmente bebidas destiladas importadas, mais caras. No total, o prejuÃzo foi de R$ 400 a R$ 500, segundo calculou inicialmente o proprietário. Antes da ocorrência de sexta-feira, o último assalto à loja aconteceu há cerca de uns quatro meses, segundo Beto Carvalho. Todos os 11 assaltos que sofreu nas duas lojas lhe causaram prejuÃzos da ordem de R$ 6 mil a R$ 7 mil. "Bicos" O comerciante paga seguro contra sinistros, mas não de valores. Por questão de custos, também não contrata policiais militares ou guardas municipais como seguranças particulares ("bicos"), como outros estabelecimentos fazem. Ao longo da avenida Padre Jaime, do HM até o Jardim Selma, a maioria dos estabelecimentos que comercializavam produtos alimentÃcios e bebidas mantém guardas municipais à paisana como seguranças particulares. É comum ver viaturas dos que estão em serviço dando cobertura a eles, à s vezes mantendo-as estacionadas em frente do estabelecimento entre 18h e 19h, horário mais visado por assaltantes, quando o comerciante recolhe "as férias do dia". Um dos clientes de guardas municipais que, fora do expediente, trabalham como seguranças particulares é o Supermercado Santo Antonio, na rua Mem de Sá, Vila ParaÃso, pertencente so ex-vereador e secretário municipal de Governo Nelson AnÃbal de Luiz, Nelsão (PMDB). Policiais militares também fazem "bico" como seguranças particulares para diversos estabelecimentos de Mogi Guaçu: indústria, lojas, escolas particulares e postos de combustÃveis. Com isso, aumentam a renda familiar, já que o salário padrão de menos de R$ 600 só ultrapassa R$ 1 mil graças a adicionais como 100% à tÃtulo de horas extras e outros acréscimos dependentes do tempo de serviço na instituição Assalto a lotérica Na manhã desta segunda-feira, 7, dois assaltantes com capacete e capa de chuva atacaram a Lotérica São José Sorte Certa, instalada ao lado da loja Empório do Shopp na avenida EmÃlia Marchi Marchi, Jardim Nova Odessa, e levaram R$ 22 mil do caixa, além da carteira de uma cliente. A dupla fugiu numa moto Honda Titan preta e pode ser a mesma que assaltou o Empório do Shopp da Padre Jaime na noite de sexta-feira. Ao JornalÃstico, enquanto a PM tomava depoimentos dos funcionários, cerca de 20 minutos depois do assalto, o dono do Empório do Shopp disse que a onda de assaltos à sua loja da EmÃlia Marchi Martini parou depois que policiais militares passaram a prestar serviços como seguranças particulares à lotérica, a mesma que, menos de 48 depois, ontem de manhã, também foi alvo de motoqueiros assaltantes.    |
| Última atualização em Seg, 21 de Dezembro de 2009 10:07 |




O empresário Wanderbeto Carvalho, Beto, dono do Empório do Shopp, que tem duas lojas em Mogi Guaçu, faz as contas. O assalto à loja da avenida Padre Jaime, no Jardim Planalto Verde, bem em frente do Hospital Municipal "Dr. Tabajara Ramos", na noite de sexta-feira, foi o décimo-primeiro que sofreu desde que abriu o negócio em 2003. Quase dois por ano.